segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Maldito Seja O Malvado Dr. Raymond

Uma lenda do horror
Causa medo e muita dor
Nessa cidade amaldiçoada
Na figura de um doutor
Se esconde um malfeitor
Assassino de longa data

E pelas sombras da noite ele vagueia
Em seu Mustang ’66 a procura de mais
Uma vítima, cuidado ou ele vai te pegar!

Ele é o Dr. Raymond
Malvado Dr. Raymond
Maldito seja o malvado Dr. Raymond

Psicopata, serial
Um exímio matador
Em seu semblante exibe a dor de suas vítimas
Seu prazer habitual
Esfacelação carnal
Tortura, dor e agonia

E pelas sombras da noite ele vagueia
Em seu Mustang ’66 a procura de mais
Uma vítima, cuidado ou ele vai te pegar!

Ele é o Dr. Raymond
Malvado Dr. Raymond
Maldito seja o malvado Dr. Raymond

Composição: Arthur Cumming
Álbum: A Maldição Continua (Parte II) (2016)

Espectros

Eu sou atormentado
Por espíritos que surgem como sombras pelo chão
E são resquícios de tempos passados
Acorrentados por pecados de outra encarnação

O vento sopra e traz um mau agouro
Um coro de fantasmas canta uma velha canção
Sobre agonia e desespero
Por erros que ficaram e jamais esquecerão

Eu vejo um rosto pálido e sem expressão
Será realidade ou uma alucinação?

Espectros
A me atormentar
Espectros
Aonde quer que eu vá
Espectros
Eles estão tão perto

Espectros
A me atormentar
Espectros
Aonde quer que eu vá
Espectros
Eles estão à espreita na escuridão

Composição: Hermano Rivero
Álbum: A Maldição Continua (Parte II) (2016)

Jack

É chegada a escuridão
Todo mal ele planejou
Cometer assassinatos
E mutilação de corpos
Sem piedade e compaixão
Ninguém nunca o encontrou
Ele é a própria maldição

Seu nome é Jack, Jack o estripador
O chamam Jack, Jack o estripador

A carcaça foi encontrada
E não há o que contestar
Quando a maldição é lançada
Não há como escapar

Jack o estripador está de volta
Jack o matador vai atacar 
É chegada à meia noite, Jack está na hora:
“Esse é o momento certo... Saia pra caçar!”

Pobres imaculadas
Sem saber seu triste fim
Vagando à noite pelas ruas
Espalhando o seu charme
Presas certeiras desse nefasto vilão
Sangria e retaliação
Em meio a essa escuridão

Seu nome é Jack, Jack o estripador
O chamam Jack, Jack o estripador

A carcaça foi encontrada
E não há o que contestar
Quando a maldição é lançada
Não há como escapar

Jack o estripador está de volta
Jack o matador vai atacar 
É chegada à meia noite, Jack está na hora:
“Esse é o momento certo... Saia pra caçar!”

Composição: Arthur Cumming
Álbum: A Maldição Continua (Parte II) (2016)

Assassino Serial

Com as mãos sujas de sangue a sua alma está lavada
E na ponta da navalha a carne é purificada
Nesse pesadelo a morte já virou rotina
Passeia pelos becos da cidade na surdina

E na escuridão esconde sua verdadeira identidade
O estripador ataca silenciosamente sem fazer alarde

Corpos esviscerados
Macabro ritual
Obra do diabo encarnado
Num assassino serial

Composição: Hermano Rivero
Álbum: A Maldição Continua (Parte II) (2016)

A Marcha Da Morte

Corpos decompostos
Caminham entre cactos
O Bando está a postos
E seu ódio está intacto
Seu pesadelo começou
É a invasão dos mortos-vivos

A frente deste séquito
Se estende a terra cálida
E um rosto circunspecto
De pele seca e pálida
O capitão ressuscitou
É a invasão dos mortos-vivos

Cangaceiros carniceiros voltam ao sertão
Em suas carcaças podres e fétidas
Dizimando povoados, espalhando a maldição
Pois a morte nunca esteve tão viva

A hora do confronto chegou
A horda segue a marcha da morte
A hora do confronto chegou no sertão 
E não há quem suporte a violenta invasão

Composição: Hermano Rivero
Álbum: A Maldição Continua (Parte II) (2016)

Abominável Criatura

Ele sai quando a escuridão paira
Ele é a própria desgraça
Desalmado e sem coração
O seu corpo carrega marcas
De vidas passadas
E um semblante de solidão
A sua vida é uma pura farsa
Ele não tem nada
Além do ódio dessa maldição

Ele é o filho do Diabo
Em seu corpo reencarnado
Foi consagrado na maldição
Sua maldição!

E quando a noite cai
Ele sai para percorrer
Os becos escuros e solitários
Se alimentando de ilusões
E tentando preencher
Seu pobre coração inumano

Ele é o filho do Diabo
Em seu corpo reencarnado
Foi consagrado na maldição
Sua maldição!

Frankenstein
Mostro renegado que vagueia
A procura de sua paz

Frankenstein
Abominável criatura
Nesse mundo de mortais

Composição: Arthur Cumming
Álbum: A Maldição Continua (Parte II) (2016)

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Orador Da Maldição

A cidade adormece e nada pode me deter
Para saciar minha sede só se sangue eu beber
As esquinas me convidam, a escuridão me atrai
Sou só mais um assassino procurando minha paz

Essa é a minha sina
Orador da maldição
Sangue fresco me sacia
Monstro da escuridão

Quando a lua aparece meu disfarce se desfaz
Os meus monstros se despertam, controlar não sou capaz
Vago pela escuridão procurando minhas presas
Quando a noite me atrai a morte é mais que uma certeza

Essa é a minha sina
Orador da maldição
Sangue fresco me sacia
Monstro da escuridão

Um desejo me consome e eu não sei como conter
Se sangue fresco me atrai, meu trabalho vou fazer
Esta noite saia às ruas, eu preciso de você
Venha saciar meu vicio, sua morte é meu prazer

Essa é a minha sina
Orador da maldição
Sangue fresco me sacia
Monstro da escuridão

Composição: Arthur Cumming
Álbum: Riveros (2013)

Morcego

Quando ele sai à noite
Em busca de sangue inocente
Não há como evitar

Porque ele está faminto
E sempre segue seu instinto
Quando sai pra caçar

Sedento por sangue
Senhor da escuridão
Seus sentidos aguçados
Sempre acertam a direção

Morcego
Maldito animal
Morcego
Uma mordida pode ser fatal

Composição: Hermano Rivero
Álbum: Riveros (2013)

Circo Dos Horrores

Bem vindo ao circo dos horrores
É uma honra e prazer te receber
Senhoras e senhores
Essa noite o show será de enlouquecer porque,

Aqui no circo dos horrores
Nossa maior atração é você
Quando acender os refletores
O show começa, tudo pode acontecer

E você vai clamar por misericórdia
Você vai chorar, vai gritar de dores
Mas a tua dor é a nossa glória
Somos o circo dos horrores

Wooh oh hooo
Circo dos horrores
Wooh oh hooo
Psicopatas, assassinos, loucos malfeitores
Somos o circo dos horrores

Aqui no circo dos horrores
Temos palhaços assassinos serias
Quando acender os refletores
Você verá satanás

E você vai clamar por misericórdia
Você vai chorar, vai gritar de dores
Mas a tua dor é a nossa glória
Somos o circo dos horrores

Wooh oh hooo
Circo dos horrores
Wooh oh hooo
Psicopatas, assassinos, loucos malfeitores
Somos o circo dos horrores

Somos o circo dos horrores
Somos o circo dos horrores
Nós somos o circo dos horrores

Composição: Hermano Rivero/ Servulo Sousa
Álbum: Riveros (2013)

O Confronto Dos Zumbis

Vai começar o confronto dos mortos
Zumbis errantes invadiram o nosso espaço
Artilharia armada, sangue no olho
Morte à tiroteio bem ao nosso gosto

Os zumbis que vieram do espaço
Não vão conseguir entrar o sertão
Pois aqui na terra dos zumbis do cangaço
A cada passo uma nova maldição

Eles vieram pra vingar lampião

1, 2, 3, 4! Corpos enforcados
Praga e tiroteio no confronto dos zumbis

5, 6, 7, 8! Facas no pescoço
E o sangue jorra até o corpo cair

Esse é o confronto
O terrível confronto
O maldito confronto dos zumbis!

Composição: Arthur Cumming/ Hermano Rivero
Álbum: Riveros (2013)

A Cidade Demoníaca

Só tragédia
Ocorre naquele lugar medonho
No meio do nada
A endiabrada cidade do demônio

Seus habitantes
São infelizes e infernais
Cultuam o mau
E acham normal matar por coisas tão banais

Mas ninguém se importa mais
Ninguém dá a mínima pro que há
Contemple a maldição
Da cidade demoníaca

Só tragédia
Ocorre naquele lugar medonho
No meio do nada
A ensanguentada cidade do demônio

Assassinatos
Execuções e homicídios
Semeiam o mau
E acham normal matar pelo menor motivo

Mas ninguém se importa mais
Ninguém dá a mínima pro que há
Contemple a maldição
Da cidade demoníaca

Só tragédia
Ocorre naquele lugar medonho
No meio do nada
A endiabrada cidade do demônio

Seus habitantes
São infelizes e infernais
Cultuam o mau
E acham normal matar por coisas tão banais

Mas ninguém se importa mais
Ninguém dá a mínima pro que há
Contemple a maldição
Da cidade demoníaca

Só tragédia...
Só tragédia...
Só tragédia...
Só tragédia...

Composição: Arthur Cumming/ Hermano Rivero
Álbum: Riveros (2013)

Mansão Mal Assombrada

Essa é a mansão mal assombrada (cheia de horror e dor)
Aqui só cheira a desgraça (morte e pavor)

Seja bem vindo pode entrar
Nós reservamos um lugar
Ti mostraremos o caminho da maldição

Não adianta nem tentar fugir (por ai)
Não há porque se arrepender

Essa noite é especial
Em sua maldade original
Onde os espíritos contemplam sua dor
Essa noite vai ser um terror
Vamos fazer você gritar de horror

O teu sangue vai jorrar
Tua alma vamos aprisionar
Só o que vai restar são ossos pelo chão

Vamos te aterrorizar (você vai tremer)
Com morte, ódio e pavor

Aqui seu corpo vai ficar
Bem vindo ao teu novo lar
Eternamente na mansão mal assombrada

Composição: Arthur Cumming
Álbum: Riveros (2013)

O Funesto Jardim Sangrento do Senhor P.

Há um lugar na zona antiga da cidade
Uma mansão com seu jardim exuberante
Onde vive um velho louco
Chamado Senhor P.

Mas quem será que cuida daquele jardim?
Porque não há quem seja visto ali
Exceto os insetos e os ratos do porão
Vermes famintos pelo chão

Me disseram que o Senhor P. não pode ver o sol
Que não sabe o que é amar
Que ele vive solitário e decadente na mansão
E que nunca sai de lá

A não ser quando a noite cai
E todo mundo se distrai
Quem sabe o que acontece ali?
Dizem que existem corpos enterrados no jardim do Senhor P.

Hey, Senhor P., eu não quero ser
Enterrado no seu jardim de sangue
Tente entender
Eu não quero ser enterrado no seu jardim

Há um lugar na zona antiga da cidade
Uma mansão com seu jardim exuberante
Onde vive um velho louco
Chamado Senhor P.

Mas quem será que cuida daquele jardim?
Porque não há quem seja visto ali
Exceto os insetos e os ratos do porão
Vermes famintos pelo chão

Reza a lenda que o velho sai à noite a procurar
Boêmios delinquentes
E a facadas mata e leva o corpo fresco pra regar
O jardim com sangue quente

Só então quando a noite cai
E todo mundo se distrai
Quem sabe o que acontece ali?
Dizem que existem corpos enterrados no jardim do Senhor P.

Hey, Senhor P., eu não quero ser
Enterrado no seu jardim de sangue
Tente entender
Eu não quero ser enterrado no seu jardim

O funesto jardim sangrento do Senhor P.

Composição: Hermano Rivero
Álbum: Riveros (2013)

A Noite Dos Mortos-Vivos

Estamos entre os mortos, baby
O sol já vai se pôr
E a caminhada segue como um rio
De sangue, ódio e dor
E pavor

Sangue, ódio e dor
A morte vai chegar
O mal vai vencer
O sangue vai jorrar
Como num filme b de horror

E na madrugada
Mastigarão a sua carne ensanguentada

A noite dos mortos-vivos
Oh oh baby
A noite dos mortos-vivos
A noite dos mortos-vivos
Oh oh baby
A noite dos mortos-vivos

Já posso ouvir os passos, baby
A festa começou
E a caminhada segue como um rio
De sangue, ódio e dor
E pavor

Sangue, ódio e dor
A morte vai chegar
O mal vai vencer
O sangue vai jorrar
Como num filme b de horror

E na madrugada
Mastigarão a sua carne ensanguentada

A noite dos mortos-vivos
Oh oh baby
A noite dos mortos-vivos
A noite dos mortos-vivos
Oh oh baby
A noite dos mortos-vivos

Composição: Hermano Rivero
Álbum: Riveros (2013)

Sangue, Osso e Batom

Oh baby
Não esconda suas lágrimas
Não nos poupe dos seus gritos
Nós queremos ti ouvir

Oh baby
Ponha tudo para fora
Sua magoa, seu ódio e sua dor
Nós queremos sentir

Ohh oooohh
Sangue, osso e batom
Sangue, osso e batom
Ohh oooohh
Sangue, osso e batom
Sangue, osso e batom

Oh baby
Sua dor nos dar prazer
Seu sofrimento nos alimenta
Nós vamos ti comer

Oh baby
Seja forte e aguente firme
A final não depende de mim
Sua morte é o fim

Ohh oooohh
Sangue, osso e batom
Sangue, osso e batom
Ohh oooohh
Sangue, osso e batom
Sangue, osso e batom

Composição: Arthur Cumming
Álbum: Riveros (2013)

À Meia Noite Beberei Cachaça Com o Satanás

Sigo o meu caminho, me apronto pro confronto
As curvas da estrada estão me deixando tonto
Sinto um calafrio, pode ser que tudo acabe
Insanidade, adrenalina, alta velocidade

Sigo acelerando, a essa altura não consigo mais me controlar
A minha vista está turva, qualquer curva pode ser a última

Agora acho que só paro no inferno
Sinto que o fim está chegando perto
Muito tarde pra voltar atrás
À meia-noite beberei cachaça com o satanás

À meia-noite eu beberei cachaça com o satanás
À meia-noite eu beberei cachaça com o satanás
À meia-noite eu beberei cachaça com o satanás
À meia-noite eu beberei cachaça com o satanás

Composição: Hermano Rivero
Álbum: Riveros (2013)

Dama Da Morte

Montada em seu cavalo ela espera a meia noite chegar
Às 12 badaladas marca a hora de sair pra caçar
Sua cerimônia anuncia o juízo final
Sangue, gritaria e tiroteio é o pressagio do mal

Ela esta de volta
A dama da morte
Não tem piedade
Mata por maldade

Direto do inferno foi mandada pelas forças do mal
Com sua pistola carregada e seu fiel punhal
Arrebata almas e trucida nunca deixa reféns
Os gritos ecoam e banham de sangue o além

Ela esta de volta
A dama da morte
Não tem piedade
Mata por maldade

Composição: Arthur Cumming
Álbum: Riveros (2013)

O Bando Dos Zumbis Cangaceiros

Começou a maldição
Os cangaceiros voltarão
Para arrombar a tua casa
E arrancar teu coração com a mão
Arrastarão seu corpo pelo chão
Vão devorar-te por inteiro
Pois são um bando de zumbis
O bando dos zumbis cangaceiros

Riveros
O bando dos zumbis cangaceiros
Riveros
O bando dos zumbis cangaceiros
Riveros
O bando dos zumbis...

Começou a maldição
Carnificina e destruição
E pelas ruas da cidade
Não haverá piedade ou compaixão
Eles voltaram pra vingar lampião
Vão devorar-te por inteiro
Pois são um bando de zumbis
O bando dos zumbis cangaceiros

Riveros
O bando dos zumbis cangaceiros
Riveros
O bando dos zumbis cangaceiros
Riveros
O bando dos zumbis...

Começou a maldição
Os cangaceiros voltarão
Para arrombar a tua casa
E arrancar teu coração com a mão
Arrastarão seu corpo pelo chão
Vão devorar-te por inteiro
Pois são um bando de zumbis
O bando dos zumbis cangaceiros

Riveros
O bando dos zumbis cangaceiros
Riveros
O bando dos zumbis cangaceiros
Riveros
O bando dos zumbis...

Composição: Hermano Rivero
Álbum: Riveros (2013)